sábado, 9 de outubro de 2010
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
now our lives are changing fast
It seems strange
How we used to wait for letters to arrive
But what's stranger still
Is how something so small can keep you alive
We used to wait
We used to waste hours just walkin around
We used to wait
All those wasted lives in the wilderness downtown
How we used to wait for letters to arrive
But what's stranger still
Is how something so small can keep you alive
We used to wait
We used to waste hours just walkin around
We used to wait
All those wasted lives in the wilderness downtown
quarta-feira, 7 de julho de 2010
domingo, 2 de maio de 2010
terça-feira, 23 de março de 2010
sábado, 20 de março de 2010
the word 'hurricane'
durante a espera, cobre uns sentimentos com outros. cobre a ansiedade com o humor de defesa, que conhece tão bem. uma espécie de tortura, que termina em 15 minutos, ou 15 mil.
quando você chega, tropeça na confusão de sentimentos, mas olhar para o seu rosto faz com que se acalme, de algum maneira. olha somente de leve, olha de relance, com alguma vergonha -- que também conhece muito bem. mas aquele olhar quase fugitivo é uma dose de realidade, e destroi toda a construção de dentro da cabeça.
a conversa com você se desenvolve numa tentativa de naturalidade que quase dá certo. você propõe o café, que aceita. o carro anda rápido, o que agrada muito, bem como o vento frio. já nas primeiras curvas, você demonstra um interesse tão surpreendente que faz com que gagueje. sente que algo ali já se perdeu. vai em frente, porém.
três horas de conversa. quatro ou cinco assuntos quase forçosamente desenvolvidos. duas ou três demonstrações de afetos. cinco ou seis cigarros. uma ou duas vontades de sair correndo e de não ir embora mais.
por fim, um esgotamento de o que se fazer. uma despedida morna. lamenta, goza e regozija-se. mas, acima de tudo, lamenta.
um caso que o caio f descreveria melhor.
quando você chega, tropeça na confusão de sentimentos, mas olhar para o seu rosto faz com que se acalme, de algum maneira. olha somente de leve, olha de relance, com alguma vergonha -- que também conhece muito bem. mas aquele olhar quase fugitivo é uma dose de realidade, e destroi toda a construção de dentro da cabeça.
a conversa com você se desenvolve numa tentativa de naturalidade que quase dá certo. você propõe o café, que aceita. o carro anda rápido, o que agrada muito, bem como o vento frio. já nas primeiras curvas, você demonstra um interesse tão surpreendente que faz com que gagueje. sente que algo ali já se perdeu. vai em frente, porém.
três horas de conversa. quatro ou cinco assuntos quase forçosamente desenvolvidos. duas ou três demonstrações de afetos. cinco ou seis cigarros. uma ou duas vontades de sair correndo e de não ir embora mais.
por fim, um esgotamento de o que se fazer. uma despedida morna. lamenta, goza e regozija-se. mas, acima de tudo, lamenta.
um caso que o caio f descreveria melhor.
domingo, 14 de março de 2010
terça-feira, 2 de março de 2010
sábado, 23 de janeiro de 2010
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